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A Clínica
A clínica CEO realiza uma média de 3.000 cirurgias ortopédicas e traumatologicas a cada ano. Possui especialistas renomados em todas as áreas da ortopedia. Está vinculada ao Instituto da Mão. Realiza seus procedimentos cirúrgicos no Complexo Hospitalar Santa Casa, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Mãe de Deus e Hospital Divina Providência.
| Lesão Muscular Quadriceps |
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A musculatura do quadríceps é formada por quatro músculos distintos. Estes compartilham a mesma inervação e o mesmo tendão de inserção. Esse grupamento é responsável pela extensão do joelho. São eles: reto femoral, vasto medial, vasto lateral e vasto intermediário. Alguns autores mencionam outros músculos que compõem o quadríceps, entre eles, o vasto medial oblíquo, porém, sem envolvimento com o fenômeno do estiramento ou lesão. O vasto medial oblíquo é o principal estabilizador da patela. MECANISMO DE LESÃO
SINTOMATOLOGIA Lesão grau I: O atleta/desportista pode apresentar tensão na parte anterior da coxa. Ciclo da marcha normal, fadiga e, sensação de tensão na coxa. Presença ou não de edema, com leve desconforto à palpação. Lesão grau II: Ciclo da marcha anormal, dor súbita e descendente ao longo do reto femoral, edema observável e, dor à palpação. São observadas também alterações na musculatura. Extensão resistida de joelho é dolorosa. Lesão grau III: Incapacidade funcional para marcha, dor severa e, alteração visível do quadríceps. Pode apresentar um “gap”, que se observa por um “buraco” na musculatura. Dor severa à palpação, edema aparece no momento da lesão(em geral). Incapacidade de extensão do joelho. TRATAMENTO Lesão grau I: Gelo, compressão, exercícios isométricos e movimentação ativa imediatamente. Exercícios de fortalecimento progressivos e com resistência devem ser iniciados entre o 1° e o 2º dia da lesão. Alongamento indolor para o quadríceps. A compressão deve ser intermitente até que a dor cesse por completo. Trabalho funcional e proprioceptivo é importante. Lesão grau II: Gelo e compressão por 24h. Muletas devem ser mantidas por um período de Lesão grau III: Deve-se usar inicialmente, muletas entre 7 e 14 dias. Gelo, compressão, elevação, modalidades da eletrotermofototerapia, devem ser mantidos até que o atleta/desportista apresente amplitude de movimento total e indolor. Quando então, pode-se iniciar com exercícios isométricos para o quadríceps. Também podemos incluir exercícios ativos para ganho de amplitude de movimento, preocupando-se em evitar o excesso de alongamento do quadríceps. Notar o uso de gelo como pré-cinético para os exercícios cinesioterapêuticos. Usa-se o calor, quando o atleta/desportista estiver com boa angulação de movimento ativo. Trabalho de fortalecimento dentro da água, bem como, bicicleta ergométrica, podem ser incluídos nesta etapa do programa, devendo-se observar a altura do selim, adaptada para acomodar a amplitude de movimento disponível. Exercícios de fortalecimento muscular para o quadríceps devem ser incluídos a partir da terceira semana, observando-se: progressão, resistência e nível de dor. Até a quarta semana, espera-se que o atleta /desportista tenha apresentado amplitude total de movimento, sendo assim, pode-se iniciar com exercícios de alongamentos. Importante lembrar que o trabalho funcional proprioceptivo é extremamente importante. RETORNO DAS ATIVIDADES Lesão grau I: O atleta/desportista deve ser acompanhado e observado, iniciando-se imediatamente os exercícios de fortalecimento. Em princípio pode continuar participando de treinos e competições, a partir de avaliação criteriosa que determine segurança para realização da mesma. Lesão grau II: Em princípio o atleta / desportista deve ficar afastado das atividades por um período entre: Lesão grau III: O atleta / desportista pode ficar afastado por um período que corresponde
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